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Filed under: Matérias e Notícias
Imprensa – Sindipetro-LP
Na última quarta-feira, dia 30 de setembro, alunos do 2° ano do ensino médio do Colégio Equipe participaram, na subsede de Cubatão do Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, de mais uma edição do Fórum com Sindicalistas. O evento faz parte do plano pedagógico multidisciplinar do Colégio Equipe, da capital paulista, que inclui também visita à Refinaria, entrevistas com moradores e com estudantes de escolas da região de Cubatão.
No Fórum estiveram presentes cerca de cinqüenta estudantes, professores, e representantes do Sindipetro-LP, Sindicato dos Metalúrgicos e Sindicato dos Servidores Municipais de Santos. Pelo Sindipetro-LP participaram os diretores Gláucia Correa (Pilões) e Anderson Mancuso (Edisa 2).
Os diretores falaram sobre a história do sindicalismo no mundo, o papel do sindicato na atualidade e as principais questões e desafios colocados para os sindicalistas petroleiros. Mancuso acrescentou o debate sobre a questão do Marco Regulatório do Petróleo e enfatizou a questão ambiental. A diretora Gláucia também falou sobre o machismo presente na sociedade que se reproduz tanto nos locais de trabalho e também nos sindicatos. Após as exposições dos sindicalistas, os estudantes realizaram diversas perguntas sobre a realidade dos trabalhadores e o sistema em que vivem.
O Colégio Equipe, formado em 1972, nasceu no seio do grêmio de Filosofia da USP se tornando um espaço cultural aberto. Há mais de 16 anos há trabalhos com atividades externas e multi-disciplinares. Hoje, apesar de enfrentar algumas dificuldades, continua com esse trabalho. Os alunos e professores convidaram os sindicalistas presentes para a apresentação do trabalho final dos alunos.
Imprensa – Sindipetro-LP
Ocorreu na última terça-feira, dia 29 de setembro, uma reunião com o RH da Unidade de Negócios da Bacia de Santos (UN-BS ) que compreende os prédios administrativos Edisa I e II, as plataformas de Merluza e Mexilhão e a Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA).
Com relação aos problemas da plataforma de Merluza, a reunião retornou aos pontos denunciados anteriormente. Após reclamações feitas junto ao sindicato, as quais foram apresentadas ao RH, foi regularizada a situação dos camarotes na plataforma Merluza. Petroleiros e petroleiras dividiam os mesmos dormitórios, o que causava constantes constrangimentos.
O abastecimento de água na plataforma sofreu corte e prejudicou todos os embarcados. Os diretores presentes na reunião cobraram a empresa sobre o acontecido. Sem maiores explicações, a empresa alegou que as barcaças que transportam água não chegaram devido ao mau tempo, daí o racionamento de água.
Foram cobradas ainda melhorias em toda a infra-estrutura básica da plataforma pois na atual situação não há como comportar todos os trabalhadores com a devida condição de estadia.
Hora Extra
Exigimos o pagamento acordado de hora extra para os petroleiros de Mexilhão e Caraguatatuba. No pagamento efetuado em 25 de setembro, não foram informadas a quantidade de horas pagas. Fato que gerou muita desconfiança dos valores pagos. Da mesma forma não foi possível identificar os reflexos no FGTS, décimo terceiro e férias a partir do pagamento de horas extras. O sindicato exigiu que a UN-BS apresente os dados para que se possa verificar e que seja discriminado individualmente para cada petroleiro.
No esclarecimento da empresa os pagamentos foram feitos, porém o sindicato apontou outras distorções. Já se sabe que muitos petroleiros da plataforma de Mexilhão e da Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba foram lesados pois não tiveram, entre junho de 2007 e agosto de 2009, a garantia do direto de escolha por hora extra ou folga dos dias acumulados. Isso porque gerentes, coordenadores e supervisores “orientaram” os petroleiros a “queimar” os dias folgando. O sindicato exigiu que para os petroleiros que foram lesados de tal maneira, seja assegurado o direito de reparação. Ficou acordado que a empresa orientará a força de trabalho a procurar o RH para discutir os novos acertos.
Para facilitar o cumprimento dessa reivindicação, orientamos os prejudicados a enviarem para o e-mail do sindicato os seguintes dados: nome completo, matrícula, lotação e o número de dias correspondente às folgas sem a opção de receber em hora-extra.
Novas Reivindicações
Os diretores presentes na reunião cobraram que os benefícios praticados em outras plataformas também sejam ampliados à base do Sindipetro-LP. O Interstício e o Dia do Desembarque são questões pontuais que foram levantadas como melhorias que ainda não há no Litoral Paulista.
O entendimento final do sindicato com o RH foi voltar a estas reivindicações caso não sejam conquistadas nas negociações do Acordo Coletivo 2009.
Temas de ambiência dos prédios administrativos também foram discutidos. Haverá outra reunião semana que vem para tratar do assunto. O sindicato tem cobrado medidas que combatam avidamente os abusos praticados pelas chefias.
Lembramos que os diretores do Sindipetro-LP que trabalham na UN-BS são Edgar, Galvão, Anderson (Mancuso) e Thomaz (Tom).
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Para provar que Cubatão não deveria ser conhecida como Vale da Morte (termo usado pelo jornal norte-americano The New York Times nos anos 80 devido às tragédias ocasionadas pelo desenvolvimento desenfreado da industrialização), um grupo de petroleiros formou um time de futebol substituindo a última palavra por “vida”. Neste último sábado (26), o Vale da Vida provou a força do nome e venceu o Edisa por 4 a 2.
A equipe não só garante mais 12 pontos como mantém a invencibilidade no Campeonato. Somam-se quatro jogos e quatro vitórias. O Vale também continua na liderança isolada da Chave C, abrindo uma vantagem de seis pontos em relação ao Grupo 3, segundo colocado.
A partida começou equilibrada. Os jogadores do Edisa valorizaram a defesa e o Vale apostou nos cruzamentos. Os cruzamentos venceram. Foram dois gols do Vale no primeiro tempo. “O Edisa é um time forte. Foi um jogo difícil”, diz Pagode, pivô ofensivo do Vale.
Na segunda etapa, o Vale chegou a fazer 3 a 0. Em seguida, o Edisa parecia ensaiar uma reação, marcando dois gols. Mas um quarto gol do Vale acabou com os planos do Edisa de empatar ou, até mesmo, virar o jogo.
Estilo ‘Felipão’
Os jogadores do Edisa acreditam que o time ficou mais na defensiva e pouco criou no jogo contra o Vale. “Parecia sistema tático do Felipão (técnico pentacampeão brasileiro)”, diz Adel, do Edisa, que não esteve na partida (cumpriu suspensão devido a expulsão no último jogo da equipe).
Para se classificar às semifinais, o Edisa deve vencer a partida contra o Instrumentação (marcada para o dia 17 de outubro) e esperar os resultados das partidas do Grupo 2, que ainda irá disputar mais quatro jogos. Mas os jogadores do Edisa não se desanimam. “No futebol tudo pode acontecer. Acredito na classificação até o último jogo da primeira fase”, afirma Adel.
Ficha Técnica
Cartões:
Amarelo: Reinaldo (Edisa), aos 4m20 do 1º tempo
Azul: Mauro (Edisa), aos 6m49 do 2º tempo
Escalação/Quem jogou:
Vale da Vida: Augusto, Fernando, Marcos, Alexandre, Francisco, Felipe, Maurício, Salatiel, Wesley
Edisa: Galvão, Tom, Edgar, Victor, Mauro, Reinaldo, Fernando, Leandro, Edmilson, Eduardo
Confira a classificação do Campeonato:
Chave A
————-PG—J—V—GP—GC—SG
1) Edisa—–6—5—2—22—-17—-5
2) Grupo 2–6—2—2—-6——1—-5
3) Pirambu–0—3—0—-6—-19-(-13)
Chave B
———————–PG—–J—–V—-GP—GC—SG
1) Grupo 5————6—–3—–2—-11—-11—-0
2) Instrumentação—3—–2—–1—–5——7–(-2)
3) Alemoa————0—–2—–0—–2—–10–(-8)
Chave C
———————PG—-J—-V—-GP—-GC—SG
1) Vale da Vida—-12—4—-4—-23—–9—-14
2) Grupo 3———-6—-3—-2—-17—–6—-11
3) ADM————–3—-3—-1——5 —13 –(-8)
*PG: Pontos Ganhos/ J: Jogos / V: Vitórias / GP: Gols Pró / GC: Gols Contra / SG: Saldo de Gols
A Petrobrás, por intermédio de seu Gerente de Relações Trabalhistas e Sindicais, apresenta amanhã (29), às 11 horas, no Edita-RJ, local da 1ª rodada de negociações, a contraprosta à pauta reivindicatória da categoria. O Sindipetro-LP será representado por dois diretores.
Desse modo, a Assembleia da base petroleira do Litoral Paulista, que ocorre amanhã (às 18 horas na sede de Santos e às 17 horas nasubsede de São Sebastião), já poderá analisar o que a empresa oferece para este Acordo Coletivo.
A diretoria do Sindipetro-LP reitera a convocação à Assembleia – ainda mais agora que a contraproposta da empresa estará no centro da discussão. Uma coisa é certa: se não atender as reivindicações da categoria o indicativo é de ir para o movimento de luta.
Imprensa – Sindipetro-LP
O Sindipetro-LP esteve reunido ontem (24) com o RH da UN-BS e a gerência da Plataforma de Mexilhão. O encontro ocorreu para que o Sindicato recebesse explicações sobre as mudanças e reestruturações do projeto da Plataforma. A reunião durou toda a tarde.
A empresa apresentou ao Sindicato todos os passos da formação do projeto da Plataforma: os estágios de elaboração, movimentação de pessoal e o treinamneto dos 60 operadores e 43 técnicos de manutenção – contratados em 2007 para a execução do projeto.
Pelo Sindipetro-LP, o coordenador-geral Ademir Gomes Parrela destacou a preocupação do Sindicato com a seguranmça, qualidade de vida e condições de trabalho dos petroleiros que irão embarcar a partir de dezembro deste ano, mês em que a Plataforma vai ao mar.
Dentre as explicações que o sindicato cobrou, está a implementação do operador mantenedor – operadores com atribuições de manutenção e técnicos de manutenção com atribuições de operação. Por exemplo, a limpeza de filtros é feita pelo técnico de manutenção. Os dirigentes sindicais perguntaram se os operadores iriam desempenhar essa função. A empresa disse que não.
Outra preocupação é se haverá cortes entre os petroleiros treinados para o projeto, pois é uma preocupação da categoria, em função das poucas explicações que foram passadas. O Sindipetro-LP não vai aceitar que depois de dois anos em treinamento, os trabalhadores mudem suas perspectivas de vida repentinamente por conta de cortes e remanejamentos.
Durante os debates da implantação do operador mantenedor – o Sindicato é contra porque representa acúmulo de função – a empresa esclareceu que isto não será praticado porque nem no projeto está. Sobre os cortes, ficou claro para o Sindicato que não ocorrerão. A mesma apresentação feita ao Sindicato será realizada para a força de trabalho, daqui duas semanas.
O Sindicato levantou estas preocupações nas reuniões com o RH da UN-BS e, atendendo aos anseios da categoria, tem primado pela valorização destes trabalhadores e manutenção de seus direitos.
A Justiça de São Sebastião determinou prazo de 48 horas para que a AMS libere dois instrumentos cirúrgicos para realização de intervenção médica em dependente (esposa) de petroleiro.
O pedido foi feito através de uma ação ordinária do Sindipetro-LP, base Litoral Norte, baseada em relatório médico que aponta a necessidade da Tesoura de Metzmbaum Labaroscópica e do Morcelador Uterino para garantir a eficácia do procedimento cirúrgico – retirada do útero. A AMS insistia no argumento de que tais instrumentos eram desnecessários.
A dependente do petroleiro aguardava a decisão para realizar a cirurgia. Segundo relatos do advogado do Sindipetro-LP em São Sebastião, o atraso deteriorou a condição física da dependente.
O caso vem se arrastando há algumas semanas. O médico da paciente entrou em atrito com a AMS, pois exigia a liberação dos instrumentos. A direção do Sindipetro-LP do Litoral Norte interveio na questão e como o gerente da AMS insistiu em negar a liberação, o jeito foi apelar à Justiça.
A direção do Sindipetro-LP lamenta a falta de sensibilidade da AMS, bem como a predominância da perspetiva financeira, por parte da gerência, em detrimento da vida de um ser humano. Esta não é a AMS que os trabalhadores querem!!!
O Sindipetro-LP convoca seus associados para Assembleia no dia 29, terça-feira, tendo como pauta o Acordo Coletivo. O objetivo é passar os informes à categoria de tudo o que aconteceu na mesa de negociação e definir um plano para iniciar os movimentos de luta em torno da pauta reivindicatória da categoria.
A Assembelia ocorre nos horários de sempre: na sede de Santos às 18 horas e na subsede de São Sebastião (Litoral Norte) às 17 horas.
A Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) espera, de acordo com o que foi exigido por sua direção na negociação, que até o dia 29 a empresa apresente uma contraproposta aos trabalhadores. Caso isso ocorra até o horário de início da Assembleia, a direção do Sindipetro-LP apresentará a contraproposta aos presentes.
De qualquer forma chegou a hora da categoria mostrar sua força. A postura da empresa deixa claro aos trabalhadores que só com mobilização será possível atingir as reivindicações apresentadas na pauta. Por enquanto tem sido assim com outras categorias. Os metalúrgicos pararam e conseguiram melhorar a proposta das montadoras; os trabalhadores dos Correios cruzaram os braços e foram ouvidos. Agora é a vez dos bancários, que iniciaram uma greve nacional.
A média de reajustes salariais no 1º semestre, segundo dados do Dieese, foi de 12%. Portanto, é o momento de fazer valer a força que os petroleiros e petroleiras de Cubatão sempre tiveram.
O caso é de mais um chefete que rasga o Código de Ética, dá uma banana para a SMS, leva à exaustão os trabalhadores e põe em risco o meio ambiente deixando carreiras de autoritarismo e trapalhadas
Imprensa – Sindipetro-LP
Os trabalhadores do Terminal Alemoa (Transpetro), Petrobrás cedidos e terceirizados cruzaram os braços durante a manhã desta terça-feira (22). A razão é que o chefe da operação, com suas decisões arbitrárias, há alguns anos vem se achando o dono do Terminal. Desta vez inventou de reduzir o quadro mínimo da operação, que no terminal é conhecido como quadro de referência, aproveitando-se de seu cargo e cometendo assédio moral junto aos trabalhadores, esquecendo-se, inclusive dos princípios básicos de SMS que a Transpetro tanto norteia.
Coisa ruim é coisa ruim e assim esse chefe da operação anda colocando em risco os trabalhadores, as instalações da empresa e a comunidade. Hoje podemos dizer que o quadro de operadores da Alemoa está com uma redução de quase 10 operadores, se comparado no período em que o píer de carregamento de navios era gerenciado pela CODESP.
Com o crescimento da Petrobrás, acumulando a exportação de álcool, todas as manobras operacionais para carga e descarga de navios aumentaram, sobrecarregando o operador do Terminal. As conseqüências do aumento de trabalho e responsabilidades, somado a qualquer redução do número de pessoal, pode acarretar seríssimos riscos à saúde dos trabalhadores, acidentes de trabalho ou acidentes ambientais.
Código de Ética?! Pra quem?
As normas de SMS e o Código de Ética do Sistema Petrobrás até parecem que de nada servem. Quando o chefe da operação impôs sua vontade, ainda teve a audácia de desrespeitar a entidade sindical que representa os trabalhadores, dizendo que o sindicato não manda no Terminal. E de fato ele está certo, o Sindipetro-LP, representante legal dos petroleiros daquela base, não manda no Terminal, mas defende os direitos dos trabalhadores a qualquer preço, inclusive quando se refere a segurança dos trabalhadores e da comunidade da Baixada Santista.
Sua prática vai contra o Código de Ética nos itens 2.5 “(…) não praticar qualquer tipo de discriminação negativa com relação aos seus funcionários sindicalizados” e 6.1 “(…) conduzir seus negócios e atividades com responsabilidade social e ambiental (…)”.
Ambiência Organizacional na Alemoa
Os trabalhadores do Terminal da Alemoa foram recentemente submetidos a avaliação da Ambiência de Trabalho. Mas o fato curioso é que ninguém sabe qual foi o resultado. Provavelmente porque querem esconder uma verdade, onde fica evidenciado que na Alemoa as coisas não andam bem. Considerado a Pior Ambiência da Transpetro no Brasil, o Terminal mostra aos poucos o motivo porque seus trabalhadores estão tão descontentes. Infelizmente, a gerência pode não ter percebido, mas acreditamos que medidas serão tomadas, pois um dos Terminais mais importantes do país não merece ter seus trabalhadores desmotivados.
O Sistema Petrobras não merece ter sua imagem suja
Nos Terminais é grande o risco de um acidente ambiental e suas consequências são as piores possíveis. O Terminal da Alemoa, instalado no estuário de Santos desde a década de 1970, pode, em caso de acidentes, depredar toda uma a área de mananciais, local onde os animais e peixes marinhos se reproduzem. Sem falar da grande quantidade de Gás Propano e GLP, produtos altamente inflamáveis submetidos a altíssimas pressões, armazenado em esferas e tanques refrigerados.
Quem luta conquista!
No começo da manifestação, o Sindicato exigiu uma reunião com o Gerente Geral (GG) do Terminal e com os responsáveis pela decisão absurda. Conseguiu. O Sindipetro-LP foi atrás da verdade sobre os abusos e descobriu: a ordem de redução do quadro mínimo saiu daqui mesmo, não foi da diretoria executiva da Transpetro.
Foi exigido junto ao GG que nas dobras de zero hora não seja mais obrigatório o retorno às 3 horas da madrugada na zero hora seguinte, por motivos de distúrbios de saúde e segurança no trajeto. O Sindicato deixou claro que esses abusos não passam nem passarão batidos e saiu com a palavra de que não haverá mais redução do quadro de referência, além do compromisso do não retorno a zero hora.
Imprensa – Sindipetro-LP e FNP
A 1ª rodada da mesa de negociação do Acordo Coletivo chegou ao fim, na sexta-feira (18), sem nenhuma contraproposta da Petrobrás. No quarto dia de negociações, a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) apresentou suas reivindicações sobre Salários e Vantagens. Sem a presença do gerente de RH da companhia, os sindicalistas apresentaram a pauta dos trabalhadores baseados em estudos e, sobretudo, na necessidade da categoria de ter uma melhor remuneração.
De acordo com o Dieese, a média de reajuste salarial no 1º semestre foi de 12%. A FNP pede 10% de aumento no salário base, além dos 23% de defasagem salarial (de 1997 até 2009). Lutar pelo reajuste salarial é fundamental: o petroleiro e a petroleira terão sua trajetória dentro da empresa, mas um dia se aposentam ou saem da companhia. Ou se conquista os direitos agora ou se acumula perdas para o futuro.
A Frente fez a leitura completa das cláusulas, frisando os aspectos mais importantes. Dentre eles a exigência dos cálculos de salários serem feitos a partir do INPC (4,44%), maior índice de todos – IPCA (4,36%) e ICV/DIEESE (3,75%).
Na compreensão da FNP, a categoria não está pedindo esmolas. Portanto, queremos o máximo. A Frente não vai aceitar que a empresa continue molhando o bolso dos acionistas com a “água” que enxuga dos trabalhadores.
Nessa linha, reivindicou melhoras no piso salarial. Segundo o DIEESE, um trabalhador com esposa e dois filhos deveria ter, no mínimo, um piso de R$2.030,00. Na Petrobrás há casos e mais casos de trabalhadores que não ganham nem um mil. Exigiu também antecipação de 40% do salário, inclusive para aposentados; pagamentos de diferenças (ativa e aposentados) de parcelas remuneratórias e recomposição para os que não possuem Adicional de Tempo de Serviço (ATS) e auxílio almoço.
Também, reenquadramento dos trabalhadores marítimos em terra; gratificação de férias; adicional de sobreavisoe a incorporação da Vantagem Pessoal (VP-DL/1971 e 1982). Ressaltou que os trabalhadores é que devem decidir se querem receber hora-extra em dinheiro ou folga e mais: contra o imposto sindical autônomo, avanço de nível e promoção (inclusive para dirigentes sindicais, amiúde perseguidos).
A indicação da FNP, com o fim da 1ª rodada, é que os Sindipetros chamem assembleias até o dia 29 deste mês para ouvir a opinião da categoria. O resultado das assembleias será discutido pela Frente em uma Plenária a ser realizada no dia 30, em São José dos Campos.






















